É, galera, Lauryn Hill decepcionou de novo. Três anos depois de pisar cambaleando no palco do Citibank Hall, ela voltou ao mesmo local, com a voz um pouco melhor e uma atitude mais positiva, mas longe de ser aquela Lauryn Hill do primeiro disco.
Jamaica te lembra o quê? Bob Marley? Filme da Sessão da Tarde? Ervas ilícitas? Corredores de provas de 100 metros rasos? Pois então você precisa rever seus conceitos, mané. E dar uma passada na Casa da Matriz nesta quarta-feira (08)!
Na edição de hoje da Eu amo baile funk, que rola no Vivo Rio, os DJs Saci, Kymbo, Pedro Piu e nossa cria Leo Justi.
Estreia do duo Neozelandês traz bom e velho electropop à la 80′s e deve chegar às pistas indietrônicas mundo afora, mas deixa a desejar ao soar datado e sem grandes novidades, não que isto seja um grande problema.
Diplo começou como Dj de hiphop e se amarra em batidões de favela em geral. Além de usar do funk carioca na track da M.I.A. em 2005, ele levou o Bonde do Rolê, do Dj Gorky, pra turnê nos EUA em 2006, quando abriu o selo Mad Decent.
A máxima do sexteto escandinavo da foto acima é simples, POP, e essa transparece em todos as frentes da banda. Desde da feliz brincadeira boba que a nomeia até seus clipes.
A gente tava lá, a gente viu. Mesmo depois de algumas cervejas, teve gente chamando nossa atenção com o modelito super in nas festas ERASMUS e TSS.
Sua avó não entende a sua meia calça rasgada. Sua madrinha não entende o seu All Star sujo. Sua mãe não entende que você não liga praquele buraquinho na sua camiseta preferida e seu pai não te deixa sair de casa com aquela calça da época do colégio.
Chega o final de semana e todos pensam no que vestir. A noite oferece um espaço incrível para que possamos ser quem somos, e o carioca está cada vez mais aberto às inovações!